quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

MEU ARTIGO SOBRE HIPERATIVIDADE

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO
UNESB

PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA



JOSEFA CORREIA DA SILVA
GRADUADA EM LETRAS- UNEAL

MARIA LUCIANA CARDOSO FERREIRA SOARES
GRADUADA EM PEDAGOGIA- ULBRA













HIPERATIVIDADE (TDAH)
DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM












                                                 Viçosa/ Alagoas
                                                                   2014
                                           JOSEFA CORREIA
MARIA LUCIANA CARDOSO FERREIRA SOARES
                                  











HIPERATIVIDADE (TDAH)
DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM








Artigo Científico elaborado como pré-requisito para a conclusão do curso de Psicopedagogia da União de Ensino Superior do Brasil- UNESB ministrado pelo professor Carlos Volney.











                                    



                                                            Viçosa/ Alagoas
                                                                   2014
                                                
RESUMO
Com o presente artigo, busca-se explorar e discutir os transtornos e déficits de atenção e hiperatividade (TDAH) nas dificuldades de aprendizagem por meio de pesquisa e observação na Escola Municipal Humberto de Alencar Castelo Branco.
TDAH é o Transtorno de Déficit de Atenção/ Hiperatividade e costuma aparecer, em geral, na primeira infância, por volta dos 7 anos de idade. É uma doença que não tem cura, mas há remédio que poderá ser prescrito por um profissional habilitado. Vários testes poderão ser feitos para verificar a hiperatividade da criança, porém o diagnóstico só poderá ser dado por um médico especialista.
 A criança com TDAH, na escola, necessita de uma maior atenção, dedicação e carinho por parte do professor, e este deve saber o melhor local para colocar a criança em sala de aula, evitando, assim, que ela fique ‘’solta’’, ‘’voando’’, perturbando os demais com o Transtorno. Apesar de muitas pesquisas e estudos ainda é preocupante a situação da comunidade escolar em ambos os sentidos, isto é, tanto na dificuldade de aprendizagem, quanto na hiperatividade, o que deixa a desejar nas tarefas escolares do aluno com Transtorno.
PALAVRAS – CHAVES: HIPERATIVIDADE – APRENDIZAGEM – DESATENÇÃO





       
                                                     







SUMÁRIO

1- INTRODUÇÃO..........................................................................................................  4
2- O TDAH NO AMBIENTE ESCOLAR ..........................................................................5
3- SINTOMAS E TIPOS DO TDAH EM CRIANÇAS ......................................................7
4- O TDAH NOS ADOLESCENTES E SUAS CARACTERÍSTICAS  ........................... .8
5- TDAH E A INDISCIPLINA ...........................................................................             10
6. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO TDAH.................  11.                                               
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................  12
8. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................  13


1- INTRODUÇÃO
Estudos sobre o TDAH mostram que o assunto foi exposto, pela primeira vez, por um pediatra inglês chamado George Still no ano de 1902. Ele estudou inúmeras alterações no jeito de viver de muitas crianças que o mesmo atendia em seu consultório e, segundo esse médico, tais comportamentos não podiam ser atribuídos a falhas educacionais, mas pareciam ter um determinante biológico incapaz de ser demonstrado.
Still selecionou um grupo de crianças para realizar o estudo, e logo concluiu que não correspondia exatamente ao que se considera hoje como TDAH, pois estavam inclusas as crianças com retardo mental, epiléticas, com algumas síndromes e lesões cerebrais, porém todas elas apresentavam algum grau de inquietação, dificuldade de atenção, e também uma dificuldade de aprender com a experiência, e por mais que recebessem ensinamentos, essas crianças voltavam a praticar os mesmos erros.
O TDAH é um Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, forma usada para relacionar um transtorno de desenvolvimento específico, que vem crescentemente preocupando pais e professores nos últimos anos. O Transtorno que é observado tanto em crianças como em adultos, destacando uma inibição comportamental, atenção sustentada, resistência à distração e também a regulação do nível de atividade da pessoa.
Com o passar dos anos a hiperatividade teve muitos nomes, como por exemplo: síndrome da criança hiperativa, reação hipercinética da infância, disfunção cerebral mínima e transtorno de déficit de atenção. Depois que alguns psiquiatras realizaram pesquisas, finalmente chegaram ao resultado de que o TDAH é um Transtorno da inibição da auto regulação.
O termo Transtorno do Déficit de Atenção foi oficialmente adotado pela Associação Americana de Psiquiatria no ano de 1980 e no ano de 1994 foi atualizado para Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDA/H), sendo que o acréscimo da barra inclinada significa que o Transtorno pode ocorrer com ou sem hiperatividade.
Sendo o TDAH um transtorno que invade a vida da criança, impondo-lhe suas regras, é preciso pensar que ele é o causador de muitas dores, pois a criança não se sentirá feliz ao deixar de realizar suas tarefas escolares, nem se sentirá bem ao ser interrogada e no final perceber que não assimilou o conteúdo estudado, da maneira desejada.

2- O TDAH NO AMBIENTE ESCOLAR

Pesquisas realizadas no Brasil, por professores e profissionais da educação indicam que 87% dos portadores de TDAH costumam repetir o ano na mesma série até mais de uma vez, comparados a 30% dos estudantes que não sofrem com o Transtorno.
Estudos ainda mostram que 48% dos portadores de TDAH já haviam sofrido advertência ou sido expulsos de escolas onde estudavam frente a 17% e 2%, respectivamente, do grupo de não portadores, 81% das crianças com TDAH apresentaram desempenho menor que o esperado para a sua faixa-etária e escolaridade, apresentaram um atraso escolar de pelo menos um ano ou mais, e apenas 19% apresentaram desempenho escolar compatível com o esperado para a sua idade.
O TDAH costuma aparecer muito cedo na vida da criança, ainda na primeira infância, geralmente por volta dos 7 anos. É uma doença crônica que não tem cura, é considerado muito grave, pois pode interferir na aprendizagem da criança por se encontrar em fase escolar, pois de acordo com relatos de alguns pais e professores mesmo que a criança queira aprender vai sentir algumas dificuldades no que se refere à concentração e atenção.
É de fundamental importância que professores e equipe pedagógica estejam atualizados e bem informados sobre a maneira mais adequada para se tratar o aluno com TDAH, levando em consideração que só um especialista poderá dar um parecer sobre o caso e, se necessário, a partir daí, incluir a medicação. O medicamento vai agir, principalmente, no sistema nervoso central, no comportamento inesperado, além de perceber aumento do foco, nas habilidades motoras finais, da atenção, na execução, na escrita, e na melhora dos relacionamentos tanto na escola quanto em casa.
Segundo Barkley (2002), prognosticar uma criança pode se tornar mais difícil, pois ela pode apresentar comportamentos, ou seja, pode apresentar, além do TDAH, outro quadro clínico, como o transtorno de aprendizagem, presente em 20 a 30% dos alunos com TDAH, ou o Transtorno Desafiador Opositivo presente em 50% das crianças com TDAH e problemas de conduta, também presentes de 15 a 25% dos portadores do transtorno.
Nos dias de hoje há muitas informações sobre o TDAH e seu tratamento se tornou mais fácil e rápido. É uma pena que poucas escolas da rede pública de ensino tenha condições de trabalhar com crianças que tenham TDAH têm condições de trabalhar existem muitas dificuldades e transtornos de aprendizagem, porém o sistema educacional é desenvolvido para alunos que não apresentam déficit de aprendizagem, e os professores não estão preparados para receber uma criança com tal o diagnóstico e nem tão pouco podem observar a chance de um aluno ser portador de TDAH.
É necessário que alunos que apresentam distúrbios sejam inseridos em salas de ensino regular, ou seja, no meio de alunos que não apresentam nenhum problema, pois muitas vezes são tratados de uma forma preconceituosa e com muito despreparo da parte dos professores e coordenadores, que não oferecem nenhum auxílio pedagógico, quando necessário.
É comum que as crianças que tem um comportamento difícil, dentro da sala de aula, sejam rotuladas pelos professores como doentes ou hiperativas. Com esse tipo de atitude a situação tende a se agravar, as crianças que com TDAH sofrem e muitas vezes são excluídas de alguns trabalhos ou brincadeiras por julgarem que as mesmas são incapazes, com isso a dificuldade na aprendizagem e de humor também são ignorados por quem, na verdade, deveria ajudar.
Uma escola inclusiva é aquela que ‘’abraça’’ seus alunos, independente dos problemas que eles apresentem. O espaço deve oferecer as condições necessárias para que o aluno possa se sentir livre para realizar suas tarefas escolares. Por este motivo os professores precisam estar preparado para trabalhar com certas necessidades, distúrbios ou transtornos e, assim, possa auxiliar a família no tratamento adequado para o problema que a criança apresenta e o começo de tudo é procurar a ajuda de um psicopedagogo..
É de fundamental importância que o professor que trabalha com crianças com TDAH sejam criativos para elaborar tarefas diferenciadas, para que tenham uma ideia sobre qual tarefa melhor se adéqua às necessidades de cada criança, tenham conhecimento sobre o transtorno. É muito importante que o professor seja capaz de modificar a forma de elaborar suas aulas e assim despertar a vontade dessa criança em aprender.

 

 

 

3- SINTOMAS E TIPOS DO TDAH EM CRIANÇAS

De acordo com o desenvolvimento, os sintomas apresentam diferentes predominâncias. Na pré-escola, revelam-se mais como hiperativos e  intolerância em aceitar regras. O TDAH é um transtorno que ainda não se sabe ao certo o que causa o problema, em geral, apresenta sintomas combinados, enquanto, na adolescência, é mais comum a impulsividade e a falta de atenção.
Comumente os manuais de psiquiatria apresentam quatro tipos: desatento, combinado, hiperativo-impulsivo e não específico. Conhecê-los é essencial para o diagnóstico e tratamento eficazes.
           Desatento
·         Não presta atenção a detalhes ou comete enganos por descuido;
·         Tem dificuldade de concentração em tarefas e/ ou terminar tarefas;
·         Esquece tarefas e compromissos diários;
·         Evita atividades que exijam esforço mental continuado;
·         Perde objetos necessários às tarefas;
·         Distrai-se com facilidade;
·         Parece não ouvir;
     Hiperativo-impulsivo
·         Inquieto (remexe pés e mãos quando sentado).
·         Não para sentado muito tempo;
·         É muito barulhento;
·         É agitado;
·         Fala excessivamente;
·         Responde antes de se terminar a pergunta;
·         Tem dificuldade de esperar a sua vez;
    Combinado
·         Apresenta sintomas de ambos os conjuntos de critérios (parece estar associados a maiores prejuízos globais na vida da criança).
         Não- específico
·         Características em número insuficiente para um diagnóstico completo;
·         Ainda assim, pode desequilibrar a rotina.
Por ter conotação genética, a Hiperatividade reforça a ideia de que é um transtorno hereditário, apresentando outras ideias sobre possíveis causas deste transtorno, uma delas seria a hiperatividade como disfunção orgânica, pois envolve diversas áreas do cérebro na determinação do quadro do hiperativo.
O professor deverá ficar atento para o comportamento e movimentos dos alunos em sala de aula, pois sabemos que o professor é a pessoa mais próxima do aluno e poderá fazer esta observação das atitudes dessa criança e assim diferenciar o TDAH da falta de limites, ou seja, indisciplina e assim, encaminhá-lo para uma possível avaliação e acompanhamento com um psicopedagogo. As crianças com TDAH são inteligentes, porém encontram muitas dificuldades para desenvolver suas tarefas escolares pois estas crianças não conseguem se concentrar por causa dos sintomas da doença.
 A identificação da idade em que aparecem os sintomas é muito importante, pois tem início precoce e habitualmente dos seis ou sete anos de vida já pode ser percebido pelos pais quando a criança começa a enfrentar os desafios no convívio com outras crianças, pessoas com TDAH geralmente apresentam o mesmo comportamento na escola e também em casa.
Algumas características de uma pessoa portadora do TDAH serão apresentadas a seguir tais como:
Não consegue se concentrar em palestras, aulas, leitura de livros; demonstra dificuldades em terminar um livro, a não ser que seja muito interessante; fala excessivamente; gesticula e tem dificuldades em realizar atividades em silêncio; parece não ouvir quando o chamam e muitas vezes são interpretados como egoístas e desinteressados.
Quando participa de uma conversa pode distrair-se e prestar atenção em outras coisas, principalmente quando está em grupos. Às vezes capta apenas partes do assunto ou enquanto "ouve" já está pensando em outra coisa. 

4- O TDAH EM ADOLESCENTES E SUAS CARACTERÍSTICAS

As características de um adolescente com TDAH são semelhantes às crianças com o mesmo transtorno, apenas com diferenças decorrentes do próprio amadurecimento e das circunstancias próprias da faixa de vida em que se encontra.
De forma semelhante à criança, o adolescente tem dificuldade de ficar concentrado nas aulas, em leituras, a não ser que a leitura também seja do seu interesse, caso contrário logo fica entediado e acaba abandonando a prática de leitura. Geralmente estuda pouco ou nada para as provas e reluta em fazer atividades escolares que exija concentração, como pesquisas em livros, trabalhos demorados, etc.
Alguns adolescentes portadores de TDAH iniciam várias atividades de uma vez, porém conseguem terminar somente algumas dessas atividades ou nenhuma delas, pois sempre pulam para outra atividade sem terminar a primeira e nunca chegam ao final. De forma aparecida com a criança, o adolescente com TDAH é muito desorganizado e para entender melhor o que se passa nessa etapa de vida de um adolescente, é importante ressaltar que em relação à criança, os pais atuam como se fosse o lobo frontal do cérebro delas que ainda está pouco desenvolvido e, portanto, não realiza bem as funções executivas ou de autocontrole.
Para Barkley (2002):
(...) Um transtorno do desenvolvimento do autocontrole que consiste em problemas com os períodos de atenção, com o controle do impulso e o nível de atividade. [...] Esses problemas são refletidos em prejuízos na vontade da criança ou em sua capacidade de controlar seu próprio comportamento relativo à passagem do tempo – em ter em mente futuros objetivos e consequências. Não se trata apenas [...] de uma questão de estar desatento ou hiperativo. Não se trata apenas de um estado temporário que será superado, de uma fase probatória, porém normal, da infância. Não é causado por falta de disciplina ou controle parental, assim como não é o sinal de algum tipo de “maldade” da criança. (p. 35).
O adolescente com TDAH costuma se comportar como se ainda fosse uma criança nesse sentido, e é isso que os pais costumam pensar, que o adolescente com o transtorno é muito infantil e que precisa e gosta de sempre ficar dependente.

5. TDAH E A INDISCIPLINA

Um comportamento indisciplinado é qualquer ato ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola, pais, professor e pela comunidade.
Dentro da escola a indisciplina é uma resposta negativa à autoridade do professor. Se a repreensão funcionasse, a indisciplina não seria apontada como o aspecto da educação com o qual é mais difícil lidar em sala de aula.
Os próprios alunos acreditam que o problema vem crescendo. A indisciplina é a transgressão de dois tipos de regras. O primeiro: são as morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater.
Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação. O segundo são as chamadas convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos, são os que não respeitam as figuras que representam autoridade, que geralmente entram na sala de aula de maneira grotesca, sem pedir licença, abusa de colegas sem receio de serem punidos, não obedecem a regras e nem os próprios pais.
Quando o aluno age dessa maneira para com a escola e com os profissionais que trabalham nela, a relação entre aluno-professor, aluno-diretor, aluno-coordenador e aluno-inspetor, torna-se desequilibrada.
O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina, com isso o professor acaba se desesperando, pois se vê frente a uma situação de impotência porque não consegue mais fazer da sala de aula e do conteúdo planejado, um momento de interatividade e comunhão e, por não conseguir motivar o seu aluno, despertá-lo e cativá-lo para o conteúdo aplicado, o professor começa a entrar em um estado de frustração e desânimo.
São muitas as razões para que uma criança venha mostrar uma atitude de indisciplina, o que pode leva-la a um baixo rendimento escolar, razões que às vezes são ignoradas e até deixadas passar despercebidas, como: problemas emocionais, baixo nível intelectual, dificuldades de leitura, dificuldades auditivas ou visuais, entre outras.

 

6. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO TDAH

Existem diferenças claras entre TDAH e indisciplina: O TDAH é um transtorno mental que gera forte impacto ao longo da vida do indivíduo e podendo ser tratado através de medicamentos, procedimentos psicoterápicos e psicoeducacionais.
Portanto, a indisciplina é uma questão meramente educacional e não gera tanto impacto acadêmico e social. Nesse caso, procurar terapia e orientação familiar com profissionais especializados ajuda a resolver o problema.
.A primeira e mais importante etapa do tratamento é a conscientização do paciente e dos familiares, esse é o primeiro passo para um tratamento e muitas vezes, o mais importantes de todos.
Logo depois que o profissional se certificar que está diante de um caso de TDAH, precisa dispor de tempo e muita paciência para explicar detalhadamente para os pais e para a própria criança e de que forma o transtorno poderá estar comprometendo o funcionamento daquela criança, estar pronto para responder a todas as dúvidas que surgirem feitas pela família.
Um grande inimigo do tratamento é a má informação, podendo ser mais desastrosa do que a falta de informação. Muitas vezes as pessoas chegam aos profissionais com uma bagagem de informações obtidas pela mídia, conhecidos e o pior de tudo, por outros profissionais também mal informados.
A tarefa de um especialista em diagnosticar uma criança com TDAH é algo que precisa ser feito com maturidade e muita experiência. Sabe-se que não existem exames complementares que por si só venham constatar ou diagnosticar o transtorno.
Em qualquer suspeita de TDAH, a criança precisa ser encaminhada para uma avaliação médica constituída por questionários para os pais e também para os professores, encaminha-la para avaliação psicológica, tanto a criança como a família, onde possa ser aplicados testes de QI e também psicológicos, os exames completos mentais, nutricionais, físicos, psicossociais e de desenvolvimento, são muito importante para iniciar um diagnóstico.

 

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esperamos que este artigo venha contribuir com todos os que trabalham na área da educação.
É uma pesquisa baseada em alguns livros, onde foi destacada a importância não apenas em ter conhecimento e saber lidar com o transtorno do TDAH, como também a fazer o diagnóstico e a intervenção no momento adequado.
Pretendemos com isso reforçar os alertas emitidos às escolas, de que o TDAH e todos os transtornos e síndromes são problemas reais e que estão presente em praticamente todas as instituições escolares.
É preciso acordar para esses problemas e nos especializarmos para que  juntos possamos trabalhar e auxiliar as nossas crianças que gritam por ajuda.
É de fundamental importância que o professor e toda equipe pedagógica que esteja em contato com as crianças, saibam diferenciar o TDAH de casos de indisciplina e falta de limites.
Mesmo que seja uma criança que apresente somente um quadro de indisciplina, é possível intervir, tratar e ajudar, porém na maioria das vezes só percebemos que o aluno apresenta dificuldades quando começa a frequentar a escola.
O problema maior acontece quando os pais são comunicados, e deixamos clara a suspeita do problema, muitos pais não aceitam, negando que seu filho possa ter TDAH.
É uma situação delicada e complicada, pois é nesse momento que deve haver uma sintonia entre psicopedagogo, escola, pais e todos os especialistas.
Ao observar comportamentos duvidosos de uma criança é preciso encaminhá-la com urgência para uma avaliação com equipes multidisciplinares, fazendo com que ela entenda que a avaliação não é uma forma de puní-la, mas de acompanhá-la e ajudá-la como também a todas as pessoas da família envolvidas, fazer com que se sintam acolhidas e não investigadas.
A capacitação do profissional da educação é um processo que não tem um fim, pois o mundo está cheio de informações, onde tudo já se fez e pensou e várias coisas foram escritas e criadas em diversas áreas do conhecimento.

8. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARKLEY, R. A. Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2002.
.ROHDE, Luis Augusto; Mattos Paulo & Cols. Princípios e Práticas em TDAH: Transtorno de Déficit de Atenção/ Hiperativid

Nenhum comentário:

Postar um comentário