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Mostrando postagens de Agosto, 2014

REUNIÃO DE PAIS E MESTRES

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PAIS MAUS Dr. Carlos Hecktheuer
Quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:

Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queremos pagar”.

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, por duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo:

Eu os amei o suficiente para dizer-lhes "não", quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, e em alguns momentos até me odiaram. Essas eram as…

MENSAGEM

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Quando as folhas caem Autor desconhecido

Ao contemplarmos a natureza, podemos tirar muitas
lições sobre a vida.

As parreiras, por exemplo, quando estão fora da época de dar uvas, ficam completamente secas, como se estivessem
sem vida. No momento certo, os brotos começam a despontar, as folhas surgem,
e nascem os cachos de uvas. Quando os frutos cessam, a parreira volta a
adormecer, como se estivesse descansando e se revigorando para a próxima colheita.

A vida também é como o ciclo das parreiras. Em alguns momentos, parece que tudo acabou, que não vamos conseguir transpor aquele conflito, voltar a viver em harmonia familiar, reorganizar a vida financeira.

Ao olharmos para a parreira seca, não conseguimos ver a força da vida que vibra dentro dela. Da mesma forma, quando estamos passando por uma situação muito difícil, não conseguimos olhar, em nós mesmos, os recursos que temos para vencer as dificuldades.

Olhar o caos como algo produtivo, conseguir aprender com os próprios erros e fazer deles …

MENSAGEM

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Invisível Diana Mazur Franco G.
Era uma vez
um menino comum.
Tão comum, mas tão comum,
que ninguém reparava nele.
Invisível?
Não era feio, nem bonito,
nem grande, nem pequeno.
Inteligente?
Nem tanto,
mas também não era burro.
Às vezes carinhoso,
às vezes manhoso
e sempre triste.
Tinha muitos irmãos, primos e colegas de turma, mas poucos amigos.
Ficava sempre sozinho.
Sem ninguém reparar nele.
De vez em quando, ficava esperando um tipo patinho feio virar cisne, milagre, e aí…
Aí, todo mundo ia reparar nele e gostar dele.
Não ia ser somente um menininho perdido no meio da multidão.
Mas o milagre não acontecia… nunca.
Um dia, até a mãe reparou que ninguém reparava nele e o levou à psicóloga, que não reparou nele e se esqueceu de atendê-lo.
O menino foi ficando cada vez mais triste… triste…
e acabou vendo que não era de milagre que precisava nem de psicóloga.
Precisava era acabar com a tristeza.
Descobriu que era a tristeza que o fazia “invisível”.
E… aprendeu a sorrir.
Era uma vez um menino comum, nem grande, ne…

MENSAGEM

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O empurrão
A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho.

Seu coração se acelerou com emoções conflitantes ao mesmo tempo que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, pensou ela.

O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se, justamente agora, isso não funcionar?

Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão.

A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para a sua vida.

Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.

Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!

Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias faz…

LENDO E APRENDENDO

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A importância e o desafio da contação de histórias no desenvolvimento infantil: O conto e o reconto Rosa Costa
Resumo

A temática desenvolvida neste artigo demonstra a necessidade de resgatar o prazer de ler e interpretar por meio da contação de história. Procedimento metodológico, terapêutico e milenar, que complementa todo o processo de ensino-aprendizagem da criança, abrindo portas e janelas para o mundo do conhecimento, do encantamento e do prazer de ler, proporcionando possibilidades do conte outra vez, exercitando a interpretação e o reconto da literatura em transição.

Palavras-chave: Contação de história, encantamento, reconto e magia.

Pelos escritos de Platão, sabemos que as mulheres mais velhas contavam às suas crianças histórias simbólicas – mythoi. Desde então, os contos de fada estão vinculados à educação de crianças (Franz Marie – Louise, 1990, p.11).

A contação de história no desenvolvimento escolar e cognitivo favorece, aguça e ativa o conhecimento da criança por meio do ima…

REUNIÃO DE PAIS E MESTRES

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Filhos são como navios
Ao olhar um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora. Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos. Dependendo do que a natureza lhe reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.

Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto feliz à sua espera.

Assim são os filhos. Estes têm nos pais o seu porto seguro até que se tornem independentes.

Por mais segurança, sentimentos de preservação e manutenção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras.

Estão certos de que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da esco…

Edgar Morin

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EDGAR MORIN – considerado um dos maiores pensadores do século XX, é doutor honoris causa em 17 universidades de diversos países, diretor do Centro de Estudos Transdisciplinares em Paris, presidente da Agência Européia de Cultura da Unesco e presidente da Associação de Pensamento Complexo.

Sete Saberes — proposta para uma reorganização da educação,
através do estudo que revela as necessidades para a educação do futuro.

1. Reconhecer as cegueiras do conhecimento, seus erros e suas ilusões – é assumir o ato de conhecer como um “traduzir” e não como uma foto correta da realidade. Trata-se de armar nossas mentes para o combate vital pela lucidez, e isso significa estar sempre buscando modos de conhecer o próprio ato de conhecer.

2. Assumir os princípios de um conhecimento pertinente – entende-se a necessidade de ensinar os métodos que permitam apreender as relações mútuas e as influências recíprocas entre as partes e o todo desse mundo complexo. Trata-se de desenvolver uma atitude mental capaz…

EDUQUE COM AMOR

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Eduque com muito amor Hélio Júnior
Se eu pudesse dar uma dica sobre o futuro da Educação deste país, seria esta:

EDUQUE COM MUITO AMOR!

Já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável, além de minha própria experiência errante. Mas agora eu vou compartilhar estes com você.

• Aproveite bem, o máximo que puder, o poder de seu conhecimento, seja ele científico ou não, pois ele sempre vai ajudá-lo.

• Dedique alguns minutos do dia para planejar seu trabalho, estabelecer objetivos e procurar executá-los passo a passo.

• Seja uma pessoa perseverante, pois, na escola, assim como na vida, o sucesso é traçado com as nossas atitudes.

• Não desanime. Nem sempre os resultados virão imediatamente. É assim para todo mundo. O que vale é saber que todo espaço é gratificante, principalmente se tratando de Educação.

• Acredite em alguns ditos populares, como “vestir a camisa”, “arregaçar as mangas”, “entrar com o pé direito”… Mas não leve ao pé da letra outros, como “dê o sangue pelo trabalho”, pois…

O MENINO PINTOR

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O menino pintor
O texto seguinte “fala” sobre o papel do professor em relação ao ato imaginativo do aluno: “O Menino Pintor”, escrito por Púllias e Young Earl, discute questões necessárias à reflexão em torno de ações educativas.
Pense: É melhor ganhar sempre o peixe do pescador ou aprender com o pescador a pescar? Após a leitura, comente com os seus “botões”.

O menino pintor

Era uma vez um menino que ia à escola
Ele era bastante pequeno
E ela era uma grande escola.
Mas quando o menino descobriu que podia ir à sua sala caminhando através da porta da rua, ele ficou feliz.
E a escola não mais parecia tão grande quanto antes.

Uma manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse:
“Hoje nós iremos fazer um desenho”.
“Que bom” pensou o menininho.
Ele gostava de fazer desenhos.
Ele podia fazê-los de todos os tipos: leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos e ele pegou uma caixa de lápis e começou a desenhar.

Mas a professora disse: “Esperem, ainda não é hora de começar”.
E ela esperou a…